Com falta de resposta da CETESB, caçambeiros realizam segunda paralização


  • 03/05/2017 - 13:03 | Atualizado em 03/05/2017 - 15:21

Foto: Prefeitura Municipal de Assis

Empresas do ramo de caçambas realizaram na manhã desta quarta-feira, 3, o segundo movimento de protesto com caminhões e caçambas interditando trecho da Avenida Rui Barbosa, em frente ao Paço Municipal.

A ação visa atingir as esferas estaduais responsáveis pela liberação de nova área solicitada pela Prefeitura de Assis à CESTEB em São Paulo, que até o momento não manifestou parecer satisfatório ao pedido enviado.

De acordo com o secretário Municipal do Meio Ambiente de Assis, Hélio Sussel, o local que antes era utilizado para despejo de materiais inertes foi interditado em 30 de março pela CESTESB, que até o momento não liberou nova área solicitada, prejudicando a classe com os serviços prestados à população e sem o destino correto dos materiais, inclusive afetando de forma agressiva o meio ambiente.  

“Após a interdição a Prefeitura imediatamente entrou com pedido para reaver a liberação de um local provisório, próximo ao aterro de inertes. Porém, só tivemos o primeiro retorno quando os caçambeiros realizaram a 1ª paralização, em 17 de abril”, lembra Sussel.

O secretário ressalta que em reunião agendada no mesmo dia após a primeira paralização, os responsáveis pela CESTEB solicitaram mais documentos e a Prefeitura prontamente os atendeu, enviando em 25 de abril projetos e novos mapas da área provisória solicitada.

Para Laércio Pereira dos Santos Junior, proprietário da empresa Tirentulho, a paralisação tem como objetivo manifestar a conscientização de todos. 

“Infelizmente todos estão sendo prejudicados pelo fechamento do local e não ter um retorno até agora da Secretaria Estadual do Meio Ambiente é um ato de descaso para nós, não somente empresas do ramo, mas moradores de Assis”, reclama Júnior.

Laércio frisa que todas as empresas do ramo estão unidas e buscam respostas quanto à liberação do novo local provisório o mais rápido possível.

Segundo ele, o prejuízo é grande, pois sem local devido para descarte dos materiais, “não conseguimos atender a população, não mantemos as despesas mensais, inclusive já tivemos casos de dispensa de funcionários”, fala.

#Assis #Cuidandodegente




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